Pesquisa global Polycom: brasileiros ganham produtividade com a adoção de tecnologia colaborativa

  • Global: 60% dos trabalhadores do planeta tiram vantagem de práticas de trabalho flexíveis
  • Global: 91% dos entrevistados acreditam que a tecnologia de colaboração em vídeo ajuda a melhorar os relacionamentos e promove um melhor trabalho em equipe
  • O Brasil está à frente da curva: 80% dos entrevistados têm a oportunidade de trabalhar em qualquer lugar.
  • Brasil: Ao usar a tecnologia de colaboração regularmente, 85% dos brasileiros asseguram que suas equipes são produtivas, mesmo quando não estão trabalhando no mesmo local.

São Paulo - 22 mar 2017: 

Tanto a produtividade como o trabalho em equipe são significativamente aprimorados quando os funcionários podem escolher onde trabalhar, como aponta uma pesquisa global sobre tendências de trabalho, realizada pela Polycom, Inc., líder global em apoiar as empresas a alcançar novos níveis de trabalho em equipe, eficiência e produtividade, liberando o poder da colaboração humana. A transformação digital é parcialmente responsável por isto, de acordo com essa pesquisa, pois leva as organizações a explorar novas maneiras de trabalhar a um ritmo mais rápido. As empresas têm buscado continuamente a inovação, o desenvolvimento de uma cultura de trabalho dinâmica e a retenção dos melhores talentos para permanecerem competitivas.

“Nós previmos que 2016 seria o ‘ano do vídeo’, e é gratificante saber que as pessoas estão realmente enxergando os benefícios de trabalharem dessa maneira", diz Mary McDowell, Chief Executive Officer (CEO) da Polycom. "Observamos também que cada vez mais empresas precisam ser capazes de oferecer ferramentas de vídeo colaboração para permitir o contato humano que as pessoas anseiam ou, então, correr o risco de perder para aquelas empresas que são capazes de oferecer flexibilidade, recrutar e reter talentos" reforça a CEO da Polycom.

A pesquisa revelou os principais benefícios e desafios para os empregadores e empregados quando se trata de adotar uma cultura de trabalho flexível. Embora os resultados variem de acordo com o país, há três tendências principais que permanecem constantes em todos os setores. A grande maioria dos entrevistados (98%) concorda que uma abordagem de trabalho em qualquer lugar aumenta a produtividade, pois as pessoas podem optar por trabalhar onde são mais eficientes.

Se avaliarmos especificamente as respostas dos chamados “millennials”, veremos que 66% deles estão preocupados em não serem notados como trabalhadores quando não estão no escritório. Esta é uma grande preocupação global, compartilhada por 62% de todos os entrevistados. Para que as organizações acompanhem o ritmo acelerado da transformação digital, é preciso que haja uma mudança de atitude e uma nova abordagem para o modo como as pessoas trabalham e colaboram.

A avaliação de desempenho baseada em resultados, não em horas trabalhadas, deixa os funcionários confiantes de que o alto escalão da empresa sabe que ter longas horas de trabalho não é o mesmo que ser ético e ter conduta satisfatória de trabalho. A adoção de tecnologia está implícita nesta mudança da cultura. A apropriada e correta tecnologia de colaboração precisa estar em vigor para capacitar as equipes a colaborar e os funcionários terem o mesmo acesso aos recursos como se estivessem no escritório.

 As outras duas tendências-chave que permanecem constantes entre os entrevistados dos países referem-se ao trabalho em equipe e à flexibilização do mesmo. 91% dos entrevistados também concordam que a tecnologia de vídeo colaboração melhora o trabalho em equipe. Reunião com os colegas via vídeo ajuda a manter o elemento de interação humana, que às vezes pode faltar quando se trabalha remotamente, de modo a permitir que os funcionários desenvolvam melhores relações.

A pesquisa revela também que 60% da população trabalhadora do mundo já trabalha com flexibilidade mais que nunca.

Brasil

Segundo os dados da pesquisa global da Polycom, o Brasil está acima da curva: 80% dos pesquisados têm a oportunidade de trabalhar em qualquer lugar. Os brasileiros são conhecidos por trabalhar com afinco, mas sem deixar de lado o lazer, na busca pelo equilíbrio entre a vida pessoal e a profissional. Por isso, não é nenhuma surpresa que eles pensem que o principal benefício do trabalho flexível é o aumento da produtividade. Usando a tecnologia de colaboração regularmente, 85% dos brasileiros garantem que suas equipes sejam produtivas, mesmo se não estiverem trabalhando no mesmo lugar. “Esses dados confirmam as expectativas que nós tínhamos sobre a adoção do trabalho remoto no país. O Brasil é um país que tem uma alta aceitação pelo trabalho remoto muito em função das deficiências sistêmicas que vivemos em termos de infraestrutura relacionada a mobilidade urbana. Quem vive hoje nos grandes centros sofre para poder chegar ao escritório. A possibilidade de trabalho remoto torna-se algo natural”, afirma Pierre Rodriguez, vice-presidente para America Latina e Caribe da Polycom.

Além disso, 76% dos brasileiros dizem que, ao escolher onde trabalham, podem assegurar que são mais eficientes. Uma equipe dispersa não atrasa o progresso do projeto, pois eles usam a vídeo colaboração diversas vezes ao dia para fazer check-in e relatar atualizações. Ter tempo para buscar outros hobbies é, compreensivelmente, outro aspecto importante para os brasileiros; 36% deles escolheram melhorar o seu bem estar como a principal razão para gostarem de trabalhar de forma flexível. Cuidar dos filhos também é uma prioridade para 34% dos entrevistados.

Apesar da esmagadora maioria dos entrevistados poderem trabalhar regularmente em qualquer lugar, 60% sente que não há orientação clara sobre o que a política da empresa e gostaria de receber orientações fornecidas pelo RH das empresas.

“No cenário atual de crise econômica no país, a flexibilização dos conceitos de trabalho são um dos fatores motivadores para a prática de Home Office, porque as empresas perceberam a importância do ambiente favorável aos trabalhadores, para gerar um aumento na produtividade", diz Armando Zanolini Netto, consultor e responsável pela segunda edição do Home Office Brasil 2016, da S.A.P Consultoria. Segundo Zanolini, “a prática do home office é amplamente adotada no Brasil, com adesão de 37% das empresas entrevistadas pela consultoria em 2016, na pesquisa nacional de home office, apresentando um aumento de 15% de empresas em estudo e 50% de empresas em implantação da prática, em relação à primeira edição da pesquisa realizada em 2014".

Para obter mais informações sobre os resultados da pesquisa global da Polycom, leia o white paper da Polycom: "Anywhere Working"


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